How does it feel?

14 11 2009

Ontem eu fui comer no McDonalds com a Gordinha e vi o quanto eu não devo apelar ao Ronald quando a gula bater. Por que? Porque eu simplesmente não-se-comer-os-hamburgueres-dele. Não sei e ponto final! Até o do Dogão, o Maracanãzinho, que é gigante, eu sei comer. Mas os do McDonalds eu não sei tirar da caixa.

Primeiro: eu viro o sanduíche na outra mão com lenço. Resultado: caem todas as verduras. Volta o sanduíche pra caixa.

Segundo: eu tento enfiar a mão embaixo do sanduíche pra pegar e comer. Resultado: Eu pego o pão de cima, as verduras e a carne. O pão de baixo fica na caixa. Volta o sanduíche pra caixa.

Terceiro: a Gordinha, já se matando de rir e comendo a última metade do seu lanche, me ensina que se deve rasgar a parte da frente da caixinha. Certo. Feito isso, eu tento abdicar dos lenços e comer na caixinha mesmo, segurando com a caixinha. #fail. Resultado: caixinhas não são feitas pra isso e eu fico parecendo uma retardada segurando um sanduíche numa caixa.

Quarto: a Gorda – a essas alturas já sem o diminutivo e com o complemento ‘Maldita’ – chora de rir. Aí eu entendo como ela tirou dela. Rasgou a cixinha e escorregou o sanduíche pra outra mão. Francamente, Natália. Resultado: cinco pacotes de lenço (eu já não sabia mais se comia sanduíche ou papel) depois, eu termino de comer o maldito sanduíche McNífico Bacon (sim, porque eu tinha que escolher um gigante) e passo pra batata, fria e sem gosto – além do péssimo suco de laranja artificial.

Não rola, me dou muito melhor com hashis e garfo e faca do que com essa de comer sanduíche com a mão. Viva a gula saudável. Agora entendo porque a última vez que comi no McDonalds eu não tinha cartão da C&A, a Franciane ainda não pensava em ir pra Austrália e eu ainda andava de ônibus.

Pra fechar:





Acessos reais

30 10 2009

Este blog está com uma média diária de 20 acessos e teve um pico de 43 num dia qualquer, acho que quando o coloquei no Twitter. O fato é que TODOS os termos de acesso durante toda a curta vida útil deste espaço remetem a uma certa cantora que já foi infantil, teen, cresceu, e agora faz não sei mais o que e nem sei pra quem canta. Para medir a quantidade de acessos diários que tem o AmH, sem a ajuda dos fãs da tal cantora, eu apaguei o post e tudo o que remetesse a ela neste blog. Para os que gostam e continuam sende redirecionados para cá, fica meu pedido de desculpas.

Boa noite!





Here comes the Christmas

30 10 2009

Acho que nunca comentei nos meus blogs o quanto gosto do Natal. Ao contrário da maioria das pessoas, que sentem aquela nostalgia negativa e costumam fugir do Natal como o ateu foge da ceia, eu me sinto bem. Confesso que muito disso tem a ver com o fato de o céu de Teresina ficar nublado nesta época do ano.

pai natal

Hoje eu tive uma experiência quase peculiar. Eu, que vivo tanto resmungando de pautas para dias comemorativos passadas com três meses de antecedência, fiz questão de bater perna no Centro em busca de lojas decoradas para o Natal. E, pra quem acha que joselitei indo atrás de decoração ainda em outubro, aqui vai a novidade: as lojas do Centro – mesmo com aquela reforma infinita nas ruas do calçadão – estão ficando lin-das! Cheias de pisca-pisca, árvores verdes e brancas, (e ainda tem aquelas hi-tech, todas cheias de leds) e toda sorte de bugingangas daquelas que você enche caixas, pra dar pra família toda. Emocionei!

Talvez o dia nublado tenha potencializado o sentimento em mim, mas a verdade é que eu não vejo a hora de chegar o Natal também na redação. Trabalhar fica mais leve quando se aproxima o dia 25. Eu gosto tanto do clima do Natal que prefiro trabalhar nos dias 24 e 26 (porque 25 ninguém trabalha) a trabalhar no reveillon. As pautas são bem melhores. A gente tem a oportunidade de escrever sobre moda, gastronomia, turismo, enfim, tudo que não abordamos no dia-a-dia comum.

E isso é porque eu ainda nem fui visitar a casa da Mamãe Noel. Quando eu for, deixarei umas fotinhas por aqui.

Ai, o Natal.





The end

29 10 2009

Calma, o título é só referência a essa musiquinha aqui:

Mas o assunto de hoje é uma piadinha que ouvi no começo da faculdade, em 2006, sentada nos bancos da lanchonete onde todo mundo era amigo.

- Era uma vez um menino chamado Joãozinho.

- E ele tinha um pinto chamado Relan. :$

- Toda vez que chovia, Relan…

- Piava.

É idiota, eu sei. E eu sou mais ainda por ter visto graça nisso. E num monte de outras coisas.





Ch-ch-channnges

28 10 2009

Conversando nesta quente noite de outubro com @sanmyameneses, cheguei ao motivo do otimismo que tem me dominado nos últimos dias. Tenho trabalhado feriados seguidos, por duas pessoas, sem receber nada, mas, curiosamente isso não tem me deixado down, como costumo ficar sempre.

Talvez o fato de eu estar programando uma viagem que desejo fazer desde que me conheço gente, as expectativas do que essa viagem pode me trazer – de bom e ruim – estejam me segurando no momento em que eu me encontro (leia-se, com 15 dias para escrever 35 páginas da monografia).

O apoio do pai – que nunca apoia em nada – também tem me feito flutuar ultimamente, de modo que eu não consigo pensar que minha vida é ruim, tendo eu dois “empregos”, uma monografia e um namorado pra dar conta nesse momento. Mesmo tendo também vários procedimentos consulares a enfrentar daqui até… não sei se fevereiro ou agosto do ano que vem!

Tudo caminha no caminho que eu mais gosto de fazer: o da descoberta!

Só sei pensar numa coisa: I’m too excited!





Mind’s eye

21 10 2009

Eu lembro bem daquele tempo em que você queria que eu lesse essência e eu me atinha à ortografia, concordância e gramática.

Bons tempos…





Bobagem

21 10 2009

Por um lindésimo de segundo

tudo em mim
anda a mil
tudo assim
tudo por um fio
tudo estivesse no cio
tudo pisando macio
tudo psiu

tudo em minha volta
anda às tontas
como se todas as coisas
fossem todas
afinal das contas

Paulo Leminski





We die hard

21 10 2009

Terça-feira eu decidi que seria legal voltar pra casa de ônibus. Estava enjoada de passar em mil lugares antes de chegar em casa com meu pai e resolvi me proporcionar o luxo de chegar cedo, porém a pé.

Na parada de ônibus, first of all, vi uma quantidade assustadora de rostos conhecidos. Não pessoas conhecidas. Só rostos conhecido. Cheguei a pensar “poxa, que bela memória fotográfica eu não sabia que tinha”. Mas o que prevaleceu foi o pensamento “poxa, estou há mais de um ano sem pegar ônibus aqui e vocês ainda estão nessa?”. Se fosse um coincidente dia aleatório na vida de todos nós, talvez eles tenham pensado o mesmo de mim. Porque todo rosto que eu olhei com o mínimo de reconhecimento fez com que eu também me sentisse reconhecida.

De repente, do nada, me veio “Bom Senso”, do Tim Maia à cabeça e a idéia de postar isso no blog.

Já virei calçada maltratada
E na virada quase nada
Me restou a curtição
Já rodei o mundo quase mundo
No entanto num segundo
Esse livro veio a mão

Já senti saudade
Já fiz muita coisa errada
já pedi ajuda
já dormi na rua
Mas lendo atingi bom senso
Mas lendo atingi bom senso
A imunização racional..

Tirei o caderninho da bolsa, anotei para não esquecer. Nem precisei das anotações. Além de tudo o que escrevi tem “hoje, essa música me faz um sentido que não sei se gostaria que fizesse”.

Boa noite!





Segue o seco

21 10 2009

Claro que esqueci de voltar para contar as estripulias na editoria de Política no fim de semana que passou.

Até que foi tranquilo. Minhas colegas de editoria, uma das quais está belíssima fazendo um tour pelo sul da América Latina e é quem eu substituo, me deixaram várias matérias especiais prontas que enchiam várias paginazinhas do jornal e amenizaram demais meu trabalho. Resumindo, sábado e domingo fui ao jornal mais para cumprir tabela que outra coisa.

O problema foi segunda-feira. Com as solenidades de comemoração ao Dia do Piauí todas à tarde, o horário do fechamento do jornal ficou um pouco comprometido. Às 19h cheguei à redação, com 10 minutos de entrevistas para decupar (o que seria o menor trabalho de todos) e definir o rumo que daria às declarações do Governador – isso! bem declaratório assim mesmo.

Definido tudo, escrevo três matérias em uma breve hora. Resultado: uma que deu manchete; outra que ficou bem analítica e eu gostei bastante, e outra, a mais declaratória de todas, feita nas carreiras absurda, com o paginador e o editor impacientes pela espera. No dia seguinte era só abrir o jornal e entender a logística da coisa. A que tinha mais erros de digitação, como “deus”, foi a última a ser feita.

Às 21h eu estava alegre e contente com meu desempenho na tarefa e corri pra comer bolo de chocolate na casa do namorado e depois bater papo até uma da matina na casa de uma amiga. No dia seguinte, o retorno a Cidades. Ahh Cidades… como todos os experientes dizem, a melhor editoria de um jornal impresso. (L)





Soundtrack – dezembro de 2007

18 10 2009

“To the good times that we share
and the bad times that we’ll have
To the good times
and the bad times that we had”

“Get what you deserve
gonna get what you deserve
In the end you’re gonna learn
all you get what you deserve”

“Depende da hora e da cor
Depende da hora,
Da hora, da cor e do cheiro
Cada cor tem o seu cheiro
Cada hora lança sua dor”

“If I was young, I’d flee this town
I’d bury my dreams underground
As did I, we drink to die, we drink tonight
Far from home, elephant gun
Let’s take them down one by one
We’ll lay it down, it’s not been found, it’s not around”

“I have nothing left to say
It’s only words
And what l feel
Won’t change”

“Ch-ch-ch-ch-Changes
(Turn and face the stranger)
Ch-ch-Changes
Don’t tell them to grow up and out of it
Ch-ch-ch-ch-Changes
(Turn and face the stranger)
Ch-ch-Changes
Where’s your shame
You’ve left us up to our necks in it
Time may change me
But you can’t trace time”

“Can see you’re man
Can’t help but win
Any problems that might arise
but in his mind there can be no sin if you never criticize”

“Oh that boy’s a slag
The best you ever had
The best you ever had
Is just a memory and those dreams”

“Nine out of ten movie stars make me cry
I’m alive
And nine out of ten movie stars make me cry
I’m alive”

“She says
It helps with the lights out
Her rabid glow
Is like braille to the night
She swears
I’m a slave to the details
But if your life is such a big joke
Why should I care?”

Good times. Bad times.